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Peeling

PEELING DE CRISTAL

Atualmente é um dos procedimentos estéticos mais realizados na dermatologia.
Devido a sua simplicidade e rápida recuperação, o paciente pode realizar este procedimento e retornar as suas atividades normais imediatamente.
As indicações são várias, dentre elas:
– Rejuvenescimento de pele,
– Tratamento de cicatrizes de acne,
– Rugas finas,
– Estrias
– e Melasmas (manchas escuras na pele).

TRATAMENTO:
Após a avaliação do paciente, determina-se a quantidade de sessões e o intervalo entre elas (1 semana ou 1 mês). É recomendado iniciar sempre com um peeling superficial e ir aprofundando gradativamente.

VANTAGENS DO TRATAMENTO:
As grandes vantagens são: rápida recuperação, praticamente indolor (não é necessário anestesia local), e não atrapalha a vida social nem a profissional do paciente.

PEELING QUÍMICO

O Peeling Químico consiste na aplicação tópica de determinadas substâncias químicas capazes de provocar reações que vão desde uma leve descamação até necrose da derme, com remoção da pele em diferentes graus; isso significa que haverá descamação e troca da pele, atuando no tratamento de manchas, acne e envelhecimento cutâneo. Quando bem indicado o peeling pode promover resultados satisfatórios, principalmente no fotoenvelhecimento.

Os peelings são classificados, conforme sua capacidade de penetração, em superficiais, médios e profundos. Esse critério, porém, não é absoluto, pois o mesmo agente pode ser superficial para uma pele grossa, sem preparo, e médio para uma pele mais fina, muito preparada.

PEELING SUPERFICIAL:
Age na epiderme, que é a camada mais superficial da pele, não apresenta grandes problemas após sua aplicação.

PEELING MÉDIO:
Provoca a destruição dos tecidos removendo parcial ou totalmente a epiderme, atingindo o nível da derme papilar. Apresenta poucos riscos e complicações.

PEELING PROFUNDO:
Destrói totalmente a epiderme e sua profundidade atinge até o nível da derme reticular. Apresenta riscos maiores de complicações, como hipocromias (manchas claras), hipercromias (manchas escuras), cicatrizes.

A indicação é a questão mais importante na realização do peeling químico e cabe ao dermatologista com sua experiência, analisar o tipo de pele, o tipo de lesão e do procedimento a ser utilizado. A pele do rosto, devido a presença maior de folículos sebáceos, se regenera facilmente, pois esses folículos agem como unidades de reserva importante, essencial para a cicatrização. O paciente, por sua vez, deve entender o processo, conhecer seus passos, limitações, duração da recuperação e ter uma expectativa real do resultado esperado.

Os pacientes de pele clara são os que têm menor risco de hiperpigmentação ou hipopigmentação, mas as de pele morena também podem ser submetidas a esses procedimentos, porém o preparo da pele deve ser mais longo e os cuidados posteriores maiores.

O peeling deve ser indicado e realizado pelo dermatologista. Somente ele é capaz de escolher o melhor produto químico na concentração adequada e também dominar os efeitos colaterais que possam estar envolvidos. Mesmo nos casos de peeling superficiais é importante avaliar a capacidade de resposta e a cicatrização da pele, além das relações custo/benefício do procedimento em questão.

Texto: http://www.utidasobrancelhablog.wordpress.com/